O governo militar do Níger expulsou três gerentes chineses de três grandes empresas petrolíferas—SORAZ (Société de Raffinage de Zinder), CNPC (China National Petroleum Corporation) e WAPCO—por alegadamente não cumprirem as regulamentações do país.
A medida é um reflexo de crescentes tensões entre o Níger e empresas estrangeiras que operam no setor de petróleo e gás.
O governo nigerino exige que as empresas adotem uma distribuição mais justa da riqueza gerada, promovendo igualdade salarial entre os cidadãos nigerinos e os trabalhadores chineses, além de garantir o cumprimento das leis trabalhistas locais.

Outro ponto crucial da exigência é o acesso às contas financeiras das empresas para assegurar maior transparência fiscal e evitar a evasão de impostos.
A China, por sua vez, está atualmente analisando essas exigências do Níger e deve emitir uma resposta oficial em breve.
O episódio levanta questões sobre o relacionamento entre nações africanas e empresas estrangeiras, com o Níger buscando reforçar seu controle sobre recursos naturais e promover maior equidade para sua população.
A situação continua em desenvolvimento, com a comunidade internacional acompanhando atentamente as negociações entre os dois países.
Fonte: News Hub